
penetraram através da ilha maior.
com artificies sagrados, minaram a terra.
depositaram sementes, que deram frutos.
Eurídice
Imagem: Sandro Brito
4.4.08
Eurídice Monteiro

28.3.08
Eurídice Monteiro
27.3.08
Eurídice Monteiro
25.3.08
Eurídice Monteiro
Antes de tudo, o meu agradecimento ao Pedrabika por ter incluído “Igualdade na Diferença” na sua lista, ao lado do Djaroz.
21.3.08
Eurídice Monteiro

18.3.08
Eurídice Monteiro


14.3.08
Eurídice Monteiro
Waldir Araújo, quando te conheci, aqui neste espaço que denominaste por “mar de desabafos”, percebi pelas tuas primeiras palavras a poesia que existe na tua alma. Ao procurar saber mais sobre ti, através do Rio Geba, descobri a tua música poética, embrulhada em estórias da tua Guiné-Bissau. Desde o primeiro momento, fiquei fascinada pela simplicidade dos teus gestos e das tuas palavras.
10.3.08
Eurídice Monteiro

2.3.08
Eurídice Monteiro
21.2.08
Eurídice Monteiro
20.2.08
Eurídice Monteiro
«Ritos de Passagem é o primeiro livro de Ana Paula Tavares, cuja primeira edição ocorreu em Angola, em 1985, e que surge agora numa nova edição da Caminho, enriquecida por ilustrações de Luandino Vieira: um escritor que “lê” a poesia de Ana Paula Tavares através de manchas de café e tinta-da-china.
17.2.08
Eurídice Monteiro
13.2.08
Eurídice Monteiro
12.2.08
Eurídice Monteiro

9.2.08
Eurídice Monteiro
Este fim-de-semana, dias 8 e 9 de Fevereiro, a Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (FLUC) realizou um colóquio internacional dedicado ao tema “Estudos Feministas e Cidadania Plena”, tendo convidado um conjunto de académic@s e activist@s para um diálogo sobre a possibilidade de uma cidadania plena das mulheres, neste mundo de amplas leis e práticas ainda discriminatórias. Logo na cerimónia de abertura, a assistência foi desafiada sobretudo com as palavras da ensaísta, crítica literária e profa. Maria Irene Ramalho, com a sua sabia mensagem sobre «as mulher substantivas». O momento mais alto da manhã ficou marcado com a exigente e depurada intervenção da politóloga Carole Pateman. Sem querer destacar apenas a intervenção desta académica internacional, queria chamar a atenção para o seu trabalho (uma vez que se trata da minha área de estudo), sendo de sublinhar três grandes obras da sua autoria: Participation and Democratic Theory (1970), The Sexual Contract (1989) e The Disorder of Women: Democracy, Feminism and Political Theory (1989). Aquele auditório quase m
ofo, para além das representações institucionais, foi perfumando ainda com as intervenções principais de Rosemaire Buikena (Univ. de Utreque) e de Fernanda Henriques (Univ. de Évora). Também foram fundamentais as mesas-redondas sobre “mulheres e migrações”, “mulheres e corpo” e “mulheres e violência”, que fomentaram o debate com as intervenções de Maria do Céu Cunha Rego, Carlos André, Virgínia Ferreira, Maria José Magalhães, Alcestina Tolentino, Teresa Cunha, Isabel Allegro Magalhães, Lígia Évora Ferreira, Cecília MacDowell Santos, Teresa Toldy, Mónica Andrade, Angélica Lima e muitas outras vozes. Com o cair da primeira noite, a poesia e a presença da poetisa Ana Luísa Amaral parece ter esbarrado subitamente as fronteiras de sexos.
6.2.08
Eurídice Monteiro
ro, penso (!): e se fosse comigo, com as minhas manas ou com as minhas primas? Por isso mesmo, sinto a dor da MGF, que não passa de um atentado aos direitos humanos das mulheres, embora tem sido relegado um conjunto de factores “positivos” relativos a essa prática, que atinge sobretudo os países islâmicos. Infelizmente, ainda inúmeros países praticam a MGF, condicionando a sexualidade das “suas” mulheres (vendo-as como objectos, que têm de ser controladas).
5.2.08
Eurídice Monteiro
4.2.08
Eurídice Monteiro
2.2.08
Eurídice Monteiro
31.1.08
Eurídice Monteiro
26.1.08
Eurídice Monteiro

23.1.08
Eurídice Monteiro